M E N U

quinta-feira, 15 de abril de 2010


Aceitar toda a sorte de cruzes

A meditação deste trecho traz ao nosso coração a questão do sofrer por ser cristão.
Quando optamos por abraçar a cruz de Cristo como meta única em nossa vida, não podemos estranhar o fogo da provação que experimentamos em diversas circunstâncias como se algo extraordinário estivesse ocorrendo.
Dentro das dificuldades, precisamos nos alegrar por participar dos sofrimentos de Cristo na certeza de que a nossa recompensa não se encontra neste mundo, mas na glória de Deus que está reservada àqueles que perseverarem até o fim.
Não podemos nos envergonhar de sofrer por ser cristão. Sofrer segundo a vontade de Deus deve ser motivo de alegria, pois a cruz é o único caminho que nos leva à salvação.
A cruz nos espera em toda a parte. Não adianta fugir. Se a levarmos com má vontade, o peso é redobrado; se a recusarmos, certamente encontraremos outra ainda mais pesada. Sabemos que não está de acordo com a natureza humana levar a cruz, amar a cruz, subjugar a carne, ficar no anonimato, sofrer injúrias, ser desprezado, ou seja, tornar-se como que escória da humanidade por amor a Cristo.
Peçamos a Deus a graça de aceitar com alegria e resignação toda a sorte de cruzes por amor a Cristo, suportando tudo sem murmurações. E nos momentos mais difíceis, não esqueçamos a Paixão de Cristo e as suas Divinas Chagas nas quais podemos nos abrigar livremente.”Eu vos disse estas coisas para que, em mim, tenhais a paz. No mundo sempre tereis aflições. Mas tende coragem!Eu venci o mundo.”(cf. Jo16,33)  
 Paz e Cruz!
Mariana -Fraterno III – Javé Shammá
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